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Como dormir bem com 10 dicas fáceis

Existem mais de 80 distúrbios do sono, porém, os mais frequentes são a insônia, o ressonar e a apneia. A insônia acontece devido às preocupações do dia a dia, o ressono ocorre em função da obstrução das vias aéreas superiores e a apneia é o que se pode chamar de pausas respiratórias durante o período de sono. A mudança de colchão, da almofada ou dos hábitos diários ajudam a resolver esse problema que atormenta milhões de pessoas em todo o mundo. Se é uma delas, siga as nossas dicas de como dormir bem e tenha uma boa noite!

1. Esqueça os problemas e as ansiedades do dia a dia antes de ir para o quarto. Só vá para a cama depois de tomar um banho morno e relaxante.

2. Desligue a TV e os outros aparelhos do seu quarto. As luzes desses aparelhos podem atrasar a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir.

3. Exercícios físicos devem ser feitos, no máximo, até quatro horas antes de dormir.Antes do sono, só está liberada a atividade sexual, que faz bem para o corpo e é ótima para relaxar a mente.

4. Um bom chá ajuda a descansar. Porém, é preciso escolher as ervas certas. Nada de beber chá preto ou verde. Infusões de melissa e camomila são as ideais.

5. Coma pouco à noite. Faça uma refeição leve, usando ingredientes como aspargos, arroz, batata, aveia e soja.

6. Alimente-se de forma moderada antes de dormir. Aquele bife suculento não deve jamais ser comido à noite, pois a sua proteína ativa o sistema nervoso simpático, responsável por deixar o corpo em estado de alerta.

7. Relaxe o seu corpo. Depois do banho morno, acenda uma lâmpada azul e pingue algumas gotas de óleo de lavanda na almofada. Esta técnica acalma os pensamentos e induz a um sono melhor.

8. Um copo de leite morno ajuda a encontrar o sono tranquilo, pois possui o triptofano (em poucas quantidades), que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor associado ao relaxamento profundo.

9. Evite o álcool. A bebida alcoólica, ao contrário do que muitos pensam, não relaxa. Após alguns goles, ela pode afrouxar as estruturas da região da faringe, comprometendo a respiração. O resultado é o ressonar, que prejudica as fases do sono.

10. Conheça as suas necessidades. Cada um de nós precisa de um tempo mínimo de sono. Procure dormir, pelo menos, sete horas por noite. Vá para a cama sempre no mesmo horário.

O sono perdido é recuperado?

Estudos já comprovaram que não importa quando uma pessoa vai dormir ou despertar. Porém, se ela tem um sono regular e passa a dormir mais tarde, estará sujeita a sentir-se cansada e indisposta durante todo o dia.

Não é possível recuperar grandes perdas de sono. Uma boa maneira de fazer com que se sinta melhor é “tirar uma soneca” em períodos curtos durante o dia. Achar o seu próprio ritmo e dormir regularmente pode ser a chave para um sono ideal durante toda a semana.

Os exercícios ajudam a dormir melhor?

Pessoas com problemas para dormir não devem fazer exercícios durante a noite, pois podem ter dificuldades para relaxar o corpo. Para elas, o mais indicado são actividades que trazem relaxamento, como as aquáticas e yoga.

Almofada – sua melhor amiga

A almofada é fundamental para se ter um bom sono. É preciso considerar o material de que ela é feita e a posição em que será colocada. A altura da almofada tem que permitir que o pescoço fique reto e é melhor que seja larga para não sair do lugar com qualquer movimento do corpo durante a noite.

Fonte: http://goo.gl/PeqfXt


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Entenda como são feitos os exercícios do treinamento funcional

O treinamento funcional é um método de trabalho ainda mais dinâmico que os treinos convencionais. Ele é caracterizado por mesclar diferentes capacidades físicas em um único exercício. Assim, o foco passa de um grupo muscular isolado para todo o corpo - os movimentos trabalham a força muscular, a flexibilidade, o sistema cardiorrespiratório, a coordenação motora e o equilíbrio. 

Na academia há diversos aparelhos que trabalham um músculo por vez e, em geral, os praticantes não precisam pensar muito para realizar os exercícios. Mas para fazer o treinamento funcional são usados apenas alguns acessórios e os exercícios apresentam uma complexidade maior. Apesar dos benefícios do treino global, pode haver um risco maior para lesões. O melhor então é contar sempre com a supervisão de um especialista, um profissional de Educação Física. 

Quem pode fazer?

Além de fatores como idade e sexo, a prática do treinamento funcional tem muito a ver com o histórico de cada praticante. Pessoas que, ao longo da vida, praticaram diversas modalidades esportivas e atividades físicas, certamente se adaptarão melhor a este tipo de treinamento. Devido à complexidade envolvida, esse método não é um dos mais indicados para as pessoas previamente sedentárias. O ideal para este público é se preparar com exercícios mais simples, como a própria musculação, antes de se submeter ao treinamento. 

Em alguns exercícios, a carga de trabalho é exercida pelo próprio peso do corpo somado ao equilíbrio. No entanto, também pode ser realizado com acessórios e até alguns equipamentos específicos que já existem no mercado. Entre os principais acessórios estão a bola suíça, o cinto de tração, a medicine bol, o bosu, o mini trampolim, a theraband e os cones. 

Além da tonificação muscular, o treinamento funcional implica numa maior complexidade do movimento e no envolvimento de várias capacidades físicas. Isso faz com que o organismo tenha um gasto energético muito maior, além de trazer grandes contribuições, como a melhora da flexibilidade, o emagrecimento, a otimização da coordenação motora, o ganho de equilíbrio e o condicionamento cardiorrespiratório. Isso tudo além de motivação e da elevada autoestima. 

Fonte: http://goo.gl/juksKF


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Coleção Outono 2016

A nova Coleção da DiCorpo está no ar! Confira todos os detalhes em http://goo.gl/8w01nt.


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Cuidados com a pele no verão

No verão é normal haver um aumento das atividades realizadas ao ar livre. Nessa época também, a radiação solar incide de forma mais intensidade sobre a Terra, com isso aumenta o risco de queimaduras, câncer da pele e outros alterações. Sendo assim, não podemos deixar a fotoproteção em segundo plano. A seguir vou dar algumas dicas para aproveitar a estação mais quente (e animada) do ano sem colocar a saúde em risco.

Roupas e acessórios

Além do filtro solar (muito importante para o nosso dia a dia), durante o verão é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois retêm cerca de 90% das radiação UV. Tecidos como o nylon, protegem apenas 30%.  As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV. Outro objeto que tem extrema importância são os óculos de sol, que previnem cataratas e lesões á córnea.

Comportamento de proteção

A melhor forma de prevenir é ter um comportamento adequado. Diminua ao máximo a exposição desnecessária. Procure áreas de sombra, não fique se expondo para bronzear. E principalmente, evite a exposição solar entre 10h e 16h (horário de verão), pois nesse horário a incidência e a radiação estão mais fortes.

Filtro solar

Durante o verão devemos reforçar o uso de filtro solar, ele deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer. A recomendação é utilizar um produto com FPS 30 ou superior e um PPD acima de 10. Ideal para uma exposição mais prolongada ao sol (praia, piscina, pesca etc.). Para pessoas mais sensíveis, que possuam manchas e melasma ou que estejam em tratamento com ácidos ou laser, eu recomendo FPS 60 e PPD 20.

Os produtos devem ter proteção contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). O ideal é que se aplique o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva (se não for possível aplicar com essa antecedência, aplique mesmo que na hora de se expor). Reaplique o filtro a cada duas horas, mas fique atento, esse tempo acaba sendo menor se houver muita transpiração ou caso você entrar na água. Aplique o protetor uniformemente em todas as partes de corpo, isso inclui mãos, orelhas, nuca, pés. Cuidado com filtro solar em Spray, é muito comum a aplicação irregular desse protetor, que pode deixar algumas áreas de pele desprotegidas.

Outras dicas

Uma dica interessante é o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos. Dessa forma você impede que eles se danifiquem com o vento, calor ou maresia.

Cicatrizes e proteção solar: Quando novas, as cicatrizes podem ficar escuras se não forem protegidas. Pode ser colocado o filtro na própria cicatriz ou protegê-las com adesivos ou esparadrapos.

Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele sensível da criança, de preferência os filtros físicos. Você pode pedir orientação a um pediatra ou a um dermatologista sobre qual o melhor tipo para cada caso.

É muito importante para nós, pais,  transmitir para as crianças e jovens o hábito de usar o protetor solar diariamente. 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos.

Pele negra e proteção solar: As pessoas de pele negra têm uma proteção natural da pele, já que produzem uma quantidade muito maior de melanina, mas não podem esquecer da fotoproteção. Os negros também estão sujeitos a queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Dessa forma, precisam usar filtro solar, roupas e acessórios apropriados diariamente.

Hábitos Diários

As temperaturas mais quentes exigem maiores cuidados com a hidratação, tanto por dentro quanto por fora. Aumente a sua ingestão de líquidos no verão, consumindo bastante água, suco de frutas e da água de coco. Aplique diariamente um bom hidratante, isso ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% a 30%.

Alguns alimentos podem ajudar na prevenção dos danos que o sol causa à pele: cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, são alguns deles. Esses alimentos contêm carotenóide, ele se deposita na pele e auxilia pois retém as radiações ultravioletas. Esta substância é encontrada nas frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha.

Durante o banho, use sabonetes adequados ao seu tipo de pele. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


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