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10 alimentos amigos do cabelo

Bons cosméticos e aquele cabeleireiro descolado fazem milagre pelo seu visual. Mas de nada adianta ir ao melhor salão ou comprar os produtos mais high tech se você não cuidar da saúde do couro cabeludo nem fornecer os nutrientes que os fios precisam para crescer fortes e bonitos.

1. Cenoura
Ela oferece dois nutrientes: o betacaroteno e a vitamina A. O primeiro é um antioxidante que combate a ação dos radicais livres e, assim, evita a queda e a perda de pigmentos que deixariam o cabelo grisalho. Já a vitamina A atua na saúde das células do couro cabeludo, nutrindo-as, e interfere na produção da oleosidade natural do fio.
Quantidade ideal: 1 unidade média por dia.

2. Espinafre
Por conter ferro, mineral que participa na formação dos glóbulos vermelhos, nutre os folículos capilares. Daí a explicação para a carência da substância provocar a perda de brilho, ressecamento, fraqueza e até queda capilar. O espinafre é rico em clorofila, que, juntamente com o ferro, ajuda a equilibrar a oleosidade do couro cabeludo, fortalecer a raiz e normalizar o ciclo de crescimento dos fios.
Quantidade ideal: 1 prato de sobremesa por dia.

3. Aveia
O grão contém silício, mineral capaz de estruturar a queratina, proteína que forma o cabelo. A aveia traz ainda vitaminas do complexo B e zinco.
Quantidade ideal: 1 colher de sopa

4. Salmão
Além da proteína de altíssima qualidade, consuma também devido a boa quantidade de ácido graxo ômega 3 e selênio. Juntos, eles combatem inflamações, protegem o couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e melhoram a circulação e a chegada de nutrientes ao bulbo capilar. Carne vermelha e frango também são boas opções de proteína magra.

Quantidade ideal: 1 filé médio pelo menos três vezes por semana.

5. Soja

Também é uma ótima fonte de proteína, nutriente que compõe 97% do cabelo. Se não há quantidade suficiente de proteína, o organismo não consegue produzir novos fios para substituir aqueles que caíram. Há ainda uma alteração do pigmento e da textura das mechas, que perdem a intensidade da cor e ficam opacas, secas, finas e fracas.
Quantidade ideal: 3 colheres de sopa por dia.

6. Laranja

O benefício para o cabelo está na parte branca que envolve os gomos, a chamada pectina. Ali ficam as fibras que vão ajudar a varrer para fora do organismo as toxinas, que, em excesso, contribuem para o aumento da oleosidade e o aparecimento da caspa.
Quantidade ideal: 1 unidade por dia.

7. Morango
A fruta oferece flavonoides e vitamina C, substâncias que ativam a microcirculação sanguínea no couro cabeludo. Resultado: os fios crescem mais rápido, resistentes e menos sujeitos à queda, quebra e ao ressecamento.

Quantidade ideal: 1 xícara de chá por dia.

8. Iogurte magro
Além de aminoácidos que fortalecem a fibra capilar, o iogurte traz vitaminas do complexo B. Elas favorecem o depósito de queratina no fio, deixando-o mais encorpado e resistente.
Quantidade ideal: 1 copo (200 ml) por dia.

9. Castanha-do-pará
A fruta oleaginosa merece espaço na sua dieta por oferecer zinco: a carência dele deixa o cabelo fino, quebradiço e sem brilho. Ingerir a dose necessária do mineral proporciona melhor crescimento e desenvolvimento capilar, ajuda reduzir a oleosidade excessiva e previne a descamação no couro cabeludo.

Quantidade ideal: 2 unidades por dia.

10. Agrião

A hortaliça fornece MSM, que é a forma biodisponível do enxofre. “O mineral é necessário para a manutenção e a produção da queratina. Também possui ação anti-inflamatória, o que ajuda a evitar a caspa.
Quantidade ideal: 1 xícara de chá por dia

Confira a matéria completa em http://goo.gl/vCWVWr.


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Água ou Isotônicos: Qual é a melhor opção para se hidratar?

Quem malha sabe bem sobre a importância de se hidratar enquanto se exercita. Mas, qual a melhor opção, água ou isotônicos? Segundo estudos, considerando-se que há perdas significativas de líquidos e minerais durante o exercício, principalmente pelo suor (sudorese), nossa ingestão hídrica deve ser aumentada para que a desidratação não interfira no funcionamento do nosso organismo e no desempenho do treino.

Sendo assim, a hidratação deve ser feita desde o início da atividade porque não importa apenas o quanto você ingere, mas também a frequência. Até porque, a sede é um sinal tardio de desidratação (o corpo está pedindo água). Em qualquer atividade física não existe a necessidade que a hidratação seja feita com algo além da água, a não ser que essa atividade ultrapasse uma hora.

Isso tudo porque as reservas glicêmicas do nosso organismo seriam suficientes para manter a glicemia sanguínea em níveis aceitáveis, porém, ultrapassada essa duração, as bebidas esportivas que contenham apenas carboidrato seriam as alternativas mais interessantes para fornecerem substratos energéticos que retardariam a fadiga durante a atividade.

E os isotônicos? “Para que não haja confusão, bebidas isotônicas são chamadas assim por conterem uma concentração de eletrólitos semelhante aos fluidos do nosso corpo e, portanto, podem ser incorporados e transferidos para a corrente sanguínea. Elas contêm também carboidratos que reduzem o esvaziamento gástrico, por isso, sua ingestão só é aconselhada para atividades com durações maiores”, completa ele.

O objetivo da ingestão dos eletrólitos dos isotônicos é a reposição do que foi perdido no suor. A reposição eletrolítica evita perdas de sódio que por sua vez ajudam a reter a água no organismo. Os carboidratos, por sua vez, além de melhorarem o sabor, estimulam a absorção de líquido e dos eletrólitos e, como foi dito, são essenciais no retardo da fadiga.

A temperatura ambiente e o tecido das roupas utilizadas nos treinos também colaboram para manter uma boa hidratação.

Então não esqueça:

– Não espere a sensação de sede chegar, isso significa que você já esta desidratado;

– Escolha horas mais amenas para exercitar-se ao ar livre ou academias climatizadas;

– Utilize roupas que permitam a evaporação do suor.

Fonte: http://goo.gl/rrCXDi


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Making of Coleção Verão 2015

Bastidores da coleção DiCorpo Verão 2015 da DiCorpo que teve como locação a região da Riviera Maya no México.


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Mau humor lhe deixa mais propenso a escolher junk food

Segundo matéria do Daily Mail baseada em um estudo feito pela Professora Meryl Gardner da Universidade de Delaware, é mais provável que você escolha junk food quando está de mau humor, dizem os pesquisadores. Mas quando você está se sentindo bem, é mais propenso a fazer escolhas mais saudáveis.

De acordo com a equipe de pesquisa norte-americana, um estado de espírito otimista significa que você está mais propenso a pensar sobre o seu futuro e, sobretudo, reconhecendo os benefícios á longo prazo do consumo de alimentos nutritivos.

A professora Gardner diz que quando as pessoas estão de mau humor se concentram em ” o que está perto fisicamente ” . E acrescenta: “As pessoas de mau humor optam por comer alimentos que têm uma recompensa imediata, por ser mais eficaz para chamar a sua atenção à formas mais rápidas para melhorar o seu estado de espírito. ” Para evitar esse comportamento eles devem encontrar uma recompensa alternativa, como: falar com amigos ou ouvir música. Diz a professora.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas em um estado de espírito positivo, gostam das opções mais nutritivas e também gostam da ideia de se manter saudável na velhice .

Texto adaptado de http://goo.gl/v9w8PE


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