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Coleção Primavera 2016

A Coleção Primavera 2016 da DiCorpo está no ar. Confira todos os detalhes em https://goo.gl/0ZVHGm


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Making Of DiCorpo Primavera 2016

Confira o Making Of da nova Coleção da DiCorpo.


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Sedentarismo

O sedentarismo custa à economia global US$ 67,5 bilhões (R$ 220 bilhões) todo os anos, mais do que o PIB do Paraguai. Desse total, US$ 58,8 bi são gastos anualmente em cuidados médicos decorrentes da inatividade prolongada, além de US$ 13,7 bi que são perdidos todos os anos em produtividade.
 

As estimativas são parte de uma série de estudos publicada na revista científica Lancet , que revela ainda que o sedentarismo mata todos os anos cerca de 5 milhões de pessoas ─ um número de mortes equivalente ao do tabagismo e maior do que o da obesidade.

A pesquisa chama atenção para os malefícios do sedentarismo e o perigo de morte que ele representa. Os cientistas ressaltam que passar mais de oito horas por dia sentado aumenta as chances de morte prematura em 60%.

Mas o artigo da Lancet revela ainda que exercitar-se durante uma hora por dia pode contrabalançar os efeitos nocivos de trabalhar sentado por longos períodos.

Uma equipe formada por cientistas de diferentes países descobriu que o risco de morte era de 9,9% para quem permanecia sentado por 8 horas por dia e mantinha um estilo de vida sedentário.

Já quem permanecia sentado pela metade do tempo (4h) e se mantiva ativo por 1 hora por dia, tinha o risco de morte reduzido para 6,8%.

Os pesquisadores também descobriram que o aumento do risco de morte associado a ficar oito horas sentado por dia foi completamente eliminado nas pessoas que fizeram pelo menos uma hora de exercício físico diariamente.

Eles acrescentam que, atualmente, o sedentarismo constitui uma ameaça tão grave à saúde pública quanto o tabagismo e já mata mais do que a obesidade.

Intervalo

Os cientistas recomendaram a quem passa muitas horas trabalhando sentado fazer um intervalo de cinco minutos a cada hora, além de se exercitar durante o almoço e à noite.

Responsável pela pesquisa, o professor Ulf Ekelund, da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, disse que não é necessário "ir à academia" para compensar o prejuízo de trabalhar longas horas sentado.

"Você não precisa fazer um esporte. Você não precisa ir à academia. Você pode fazer uma simples caminhada, talvez durante a manhã, durante o horário do almoço, ou depois do jantar à noite. Você pode dividir isso durante o dia, mas precisa fazer pelo menos 1 hora de atividade física para obter os efeitos positivos".

O estudo analisou dados de 15 pesquisas anteriores, muitas das quais envolvendo pessoas cima de 45 anos dos Estados Unidos, da Europa Ocidental e da Austrália.

Os autores descobriram que uma hora de exercício de "intensidade moderada", como caminhar a 5,6 km/h ou andar de bicicleta por prazer a 16 km/h, foi suficiente para contrabalançar os efeitos nocivos de permanecer sentado por longos períodos.

Ekelund disse ainda que um intervalo de cinco minutos a cada hora fechada, mesmo que seja ir buscar documento na impressora, poderia trazer benefícios à saúde do funcionário.

Mudanças

Os cientistas afirmaram que a combinação de passar muitas horas trabalhando sentado e ainda assistir à TV à noite sentado no sofá de casa vem se provando letal.

Eles cobraram maiores mudanças nas políticas do governo, de modo a estimular hábitos saudáveis, como aumentar a distância entre os pontos de ônibus para forçar as pessoas a andar mais, fechar o acesso de ruas a veículos durante o fim de semana e abrir academias de ginástica gratuitas nos parques.

Segundo os pesquisadores, os empregadores também devem encorajar os funcionários a realizar atividades físicas, ao fornecer chuveiros e academias, além de estimular intervalos mais longos.
 

Fonte: http://goo.gl/L13ntM


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Como manter a saúde mental e emocional

Para ter uma vida melhor é preciso estar com a saúde em dia. E ao falar de saúde não se deve pensar apenas numa abrangência física. O organismo humano é um todo composto por aspectos fisiológicos, mentais, emocionais e espirituais. Portanto, para estar com uma boa saúde é preciso considerar esses quatro aspectos. Hoje falaremos sobre a saúde mental e emocional e relacionar dicas para mantê-las.

De acordo com Wilfredo Rodriguez, em seu artigo “Como manter a saúde mental”, no site Saúde e Lar, afirma que saúde mental “consiste numa relação equilibrada entre as emoções (sentimentos), atitudes (pensamentos) e ações (comportamentos)”. Sendo assim, deduzimos que a mente e a emoção andam bem próximas. Muitas são as causas que podem ocasionar problemas mentais, dentre eles traumas psicológicos do passado, situações de forte desiquilíbrio emocional e também outras causas de cunho genético. Todos nós estamos passivos a ter comprometimentos mentais, assim como podemos adotar comportamentos preventivos para nos manter saudáveis, tanto no aspecto mental como emocional.

Saúde emocional não é a mesma coisa que saúde mental, mas ambas estão relacionadas, afinal, uma pessoa mentalmente doente não pode estar emocionalmente saudável. Na verdade, muitas vezes são os problemas de ordem emocional que causam as complicações mentais. Por isso é muito importante cuidar tanto de uma como de outra. Veja como a OMS (Organização Mundial de Saúde) define saúde emocional:

“Saúde emocional é um estado de bem-estar onde o indivíduo realiza suas próprias habilidades, lida com os fatores estressantes normais da vida, trabalha produtivamente e é capaz de contribuir com a sociedade.”

Algumas pessoas se encontram em estágios onde é indispensável a interferência de um profissional, mas quando não é este o caso, pode-se evitar que muitos problemas surjam no decorrer da vida. E não são atitudes difíceis. Na verdade, todos nós podemos adotá-las no dia a dia.

Melhore o pensamento

O pensamento atua como um ponto de partida. Pensamos, sentimos e depois exteriorizamos. Nossas emoções vêm do pensamento. Se alimentarmos hábitos negativos, ou melhor, pensamentos negativos, eles irão com o tempo se tornar uma realidade, seja através de palavras ou de ações. Se você quer ter saúde mental e emocional evite o negativismo.

Seja otimista

Adote pensamentos de esperança e otimismo, mesmo quando a situação não for favorável. Lembrando que este é um processo diário e que deve ser mantido em todos os segmentos, seja no lar, no trabalho ou em sociedade. Da mesma forma que acostumamos e ficamos viciados com o negativo, acontece com o positivo, basta praticar.

Faça o que gosta

É preciso ter satisfação na vida. Ela é uma emoção que faz com que a pessoa sinta bem-estar, amor por si e pelos outros. Ter um hobby, fazer uma atividade física, sair com os amigos ou com a família, todos esses são hábitos que geram satisfação e vontade de desfrutar bem os prazeres da vida.

Evite o isolamento

A solidão é uma experiência que deve ser vivida dentro dos seus limites e é necessária muita maturidade para isso. Mesmo que você goste dos seus momentos de solidão, nunca deixe ultrapassar a normalidade. Procure pessoas, faça amigos, esteja com eles, converse, se distraia.

Tenha sonhos e objetivos

Os sonhos alimentam nossa alma, nos faz ter vontade de viver e predisposição para a felicidade. Pense no que você quer conquistar, anote suas metas, estabeleça prazos. Ocupe-se com os seus sonhos e corra atrás deles.

Na verdade existem muitas formas de prevenir problemas de ordem mental e emocional. Neste artigo relacionamos o que é indispensável para o equilíbrio neste aspecto. Muitos hábitos podem ajudar como ter um animal de estimação, estabelecer um diálogo saudável em família, estudar, fazer parte de um grupo, enfim, são muitas as possibilidades e isso pode variar de acordo com cada pessoa. O que importa é ter a consciência de que o cuidado é a chave para uma boa saúde. Não dê muita importância ao que é negativo, não comprometa sua saúde alimentando raiva e ressentimentos. Lembre-se que a harmonia parte do comportamento de cada um de nós.

Fonte: https://goo.gl/h04amA


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Sete cuidados básicos na prática de exercícios físicos

Inserir atividades físicas é um dos pilares para uma vida mais saudável. Segundo a Federação Mundial de Cardiologia, pessoas que não praticam atividades físicas têm um risco duas vezes maior de sofrer doenças do coração, ter pressão alta e desenvolver diabetes quando comparadas a quem pratica exercícios físicos regularmente, independente do fato de estar ou não acima do peso.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de realizar pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana. Entre as práticas recomendadas estão a caminhada - o mais básico dos exercícios -, o ciclismo e até serviços domésticos. A melhor opção é sempre realizar atividades físicas com supervisão. No entanto, a OMS reforça em suas recomendações que os riscos de não se exercitar são muito maiores do que os de fazer atividades físicas sozinho. Para proteger sua saúde sem expor seu corpo a lesões, o Programa Nossa Gente Mais Saudável elencou sete cuidados que você deve ter antes de começar a se exercitar. Confira. 

1. Consulte seu médico
Consultar um médico antes de iniciar uma atividade física é um cuidado obrigatório para qualquer pessoa. Principalmente se houver fatores de risco associados, como a hipertensão ou o diabetes. A atividade física deve ser preferencialmente supervisionada por educador físico, o profissional apto a definir intensidade, duração e o tipo de exercício físico, tornando-o mais eficiente e seguro. Mas nos casos em que não for viável o acompanhamento desse profissional, a atividade física não deve ser evitada, mas realizada de acordo com a recomendação médica. 

2. Não se esqueça de fazer o aquecimento
Exercícios preparatórios são importantes para a comunicação do sistema muscular com o sistema nervoso e, por isso, o rendimento fisiológico da pessoa melhora muito. O aquecimento eleva a temperatura corporal e aumenta a frequência cardíaca, dessa forma, mais sangue é bombeado, levando nutrientes e oxigênio para os músculos. Além disso, é durante o aquecimento que ocorre um aumento da frequência respiratória, importante para o bom rendimento. 

3. Escolha o melhor lugar 
Ao optar por caminhadas ao ar livre, o ideal é procurar por terrenos livres de obstáculos e buracos, além de planos. Esse cuidado tornará a caminhada mais leve, ideal para quem está começando a praticar um exercício físico. Com a progressão na caminhada é possível mudar o estímulo, alternando entre terrenos planos e pequenas subidas. 

4. Intensidade gradual 
Para definir a intensidade do treino deve ser analisado o condicionamento físico individual, por isso, o ideal é procurar um médico e um educador físico antes de começar a se exercitar. De uma maneira geral, comece com um ritmo confortável e evolua de acordo com o ganho de condicionamento físico. 

5. Tempo e frequência
As primeiras semanas de exercício físico são um período de adaptação do corpo à atividade física, por isso, a recomendação é iniciar com 20 minutos, três vezes por semana. Na segunda semana, você pode se exercitar por 20 minutos quatro vezes por semana e na terceira aumentar o treino de cada sessão em 10 minutos. Na quarta semana cumpra trinta minutos cinco dias na semana. Nesse momento você estará cumprindo os 150 minutos de atividade moderada recomendados pela Organização Mundial de Saúde! 
Atenção: mesmo exercícios aeróbicos precisam de um tempo de descanso entre eles. Espere pelo menos 24 horas e caso sinta dores, espere até que elas passem ou faça uma caminhada leve nesse dia. Caso a dor persista, procure um médico. 

6. Mantenha a postura
Correr e caminhar são gestos individuais, cada um possui uma maneira de correr e caminhar. Se o indivíduo se sente bem correndo com o seu tronco mais inclinado ou até mesmo com uma amplitude de passada mais curta e isso não lhe traz desconforto ou gera lesão não existe motivo para tentar modificar tudo isso, a menos que haja riscos para a sua saúde.

Um dos pontos importantes a observar e que deve ser corrigido é a maneira da entrada e saída do pé no solo. Ela deve ser feita do calcanhar (aterrissagem) para a parte próxima aos dedos, preparando para a fase em que o pé fica fora do chão. As costas devem permanecer eretas, com o tronco levemente curvado para frente no caso da corrida. O olhar também deve se fixar à frente, mantendo o pescoço relaxado. O movimento dos braços ajuda no equilíbrio e na coordenação das passadas de forma cadenciada. 

7. Ouça os sinais do corpo 
Durante o exercício, fique atento à sua frequência cardíaca. Ao realizar exercício aeróbico moderado o coração bate mais acelerado e isso é normal, mas o aceleramento não deve ser excessivo. Caso sinta seus batimentos cardíacos excessivamente acelerados pare a atividade imediatamente.
A respiração é outro parâmetro para saber se estamos no caminho certo. A falta de ar ao correr ou caminhar indica que as moléculas de oxigênio não estão sendo adequadamente absorvidas pelo sangue. A resposta normal do corpo frente a esse esforço é cessar a atividade. Para evitar a parada brusca, o ideal é, assim que faltar o fôlego, diminuir o ritmo até a respiração voltar ao normal. 

Lembre-se: qualidade de vida envolve uma série de cuidados, como alimentação saudável, prática de exercícios físicos e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Quem sai ganhando com essas boas práticas é você!

Fonte: http://goo.gl/q3u4Eh 


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