Blog DiCorpo

Se você procura qualidade, inovação e bem-estar,
seja bem-vindo à DiCorpo!

Dicas para se livrar do vício em smartphones

A psicóloga Renata Maransaldi explica que uma das causas mais comuns desse vício é a sensação de mundo perfeito que é transmitida pelas redes sociais. Assim, com o passar do tempo, a pessoa prefere trocar as experiências da vida real pela vida virtual. Dessa forma, os smartphones se tornaram o jeito mais fácil e mais prático de saciar essa vontade de viver em mundo com uma realidade perfeita.

Entretanto, é importante ressaltar que há diferenças entre o uso em excesso da tecnologia e o vício em tecnologia. Este último é caracterizado pela dificuldade em controlar um impulso, ou seja, a pessoa não consegue recusar essa vontade e precisa cada vez mais alimentar o vício para sentir prazer.

Como saber se estou viciado?

Essas são algumas das características mais comuns de alguém que está criando o vício ou já está viciado em smartphones:

  •  Preocupação com a internet;
  • Necessidade de aumentar o tempo conectado para ter o mesmo prazer;
  •  Esforços repetitivos para diminuir o uso da rede;
  • Irritabilidade quando o tempo for limitado;
  • Mais tempo on-line do que se pretendia;
  • Relações sociais em risco pelo uso excessivo;
  • Mentir aos outros sobre a quantidade de horas conectadas;
  • Usar a internet como forma de fugir dos problemas ou para se sentir bem

Atividades alternativas ao uso de smartphones

Segundo Renata, para superar esse vício é necessário achar outras atividades que sejam estímulos concorrentes. “A pessoa precisa encontrar algo que substitua o prazer causado pelo uso de smartphones”, complementa a psicóloga.

  • Atividade física : A substância que libera o prazer durante o uso de tecnologias é a mesma que dá a sensação de prazer durante a prática de atividades físicas.
  • Cursos: Invista em cursos, de preferência presenciais, para que a atenção tomada pelo smartphone seja substituída por novos conhecimentos.
  • Leia livros: Dirija a sua atenção aos livros e faça disso algo diário. Substitua as horas investidas nos aplicativos em outras histórias e foque nisso!
  • Crie uma rotina: “É importante que a pessoa tenha uma rotina e deixe o aparelho celular apenas para quando for extremamente necessário o seu uso, decida o momento que você terá acesso”, explica Renata Marasaldi.

É importante que a pessoa avalie sua relação com a tecnologia para descobrir se a mesma está ocupando o espaço das relações pessoais. Caso a pessoa não consiga fazer essa avaliação, é necessário pedir ajuda de pessoas próximas, para que elas ajudem nesse momento de readaptação.

Fonte:http://goo.gl/AncOAq

 


Compartilhe isso:

Como dormir bem com 10 dicas fáceis

Existem mais de 80 distúrbios do sono, porém, os mais frequentes são a insônia, o ressonar e a apneia. A insônia acontece devido às preocupações do dia a dia, o ressono ocorre em função da obstrução das vias aéreas superiores e a apneia é o que se pode chamar de pausas respiratórias durante o período de sono. A mudança de colchão, da almofada ou dos hábitos diários ajudam a resolver esse problema que atormenta milhões de pessoas em todo o mundo. Se é uma delas, siga as nossas dicas de como dormir bem e tenha uma boa noite!

1. Esqueça os problemas e as ansiedades do dia a dia antes de ir para o quarto. Só vá para a cama depois de tomar um banho morno e relaxante.

2. Desligue a TV e os outros aparelhos do seu quarto. As luzes desses aparelhos podem atrasar a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir.

3. Exercícios físicos devem ser feitos, no máximo, até quatro horas antes de dormir.Antes do sono, só está liberada a atividade sexual, que faz bem para o corpo e é ótima para relaxar a mente.

4. Um bom chá ajuda a descansar. Porém, é preciso escolher as ervas certas. Nada de beber chá preto ou verde. Infusões de melissa e camomila são as ideais.

5. Coma pouco à noite. Faça uma refeição leve, usando ingredientes como aspargos, arroz, batata, aveia e soja.

6. Alimente-se de forma moderada antes de dormir. Aquele bife suculento não deve jamais ser comido à noite, pois a sua proteína ativa o sistema nervoso simpático, responsável por deixar o corpo em estado de alerta.

7. Relaxe o seu corpo. Depois do banho morno, acenda uma lâmpada azul e pingue algumas gotas de óleo de lavanda na almofada. Esta técnica acalma os pensamentos e induz a um sono melhor.

8. Um copo de leite morno ajuda a encontrar o sono tranquilo, pois possui o triptofano (em poucas quantidades), que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor associado ao relaxamento profundo.

9. Evite o álcool. A bebida alcoólica, ao contrário do que muitos pensam, não relaxa. Após alguns goles, ela pode afrouxar as estruturas da região da faringe, comprometendo a respiração. O resultado é o ressonar, que prejudica as fases do sono.

10. Conheça as suas necessidades. Cada um de nós precisa de um tempo mínimo de sono. Procure dormir, pelo menos, sete horas por noite. Vá para a cama sempre no mesmo horário.

O sono perdido é recuperado?

Estudos já comprovaram que não importa quando uma pessoa vai dormir ou despertar. Porém, se ela tem um sono regular e passa a dormir mais tarde, estará sujeita a sentir-se cansada e indisposta durante todo o dia.

Não é possível recuperar grandes perdas de sono. Uma boa maneira de fazer com que se sinta melhor é “tirar uma soneca” em períodos curtos durante o dia. Achar o seu próprio ritmo e dormir regularmente pode ser a chave para um sono ideal durante toda a semana.

Os exercícios ajudam a dormir melhor?

Pessoas com problemas para dormir não devem fazer exercícios durante a noite, pois podem ter dificuldades para relaxar o corpo. Para elas, o mais indicado são actividades que trazem relaxamento, como as aquáticas e yoga.

Almofada – sua melhor amiga

A almofada é fundamental para se ter um bom sono. É preciso considerar o material de que ela é feita e a posição em que será colocada. A altura da almofada tem que permitir que o pescoço fique reto e é melhor que seja larga para não sair do lugar com qualquer movimento do corpo durante a noite.

Fonte: http://goo.gl/PeqfXt


Compartilhe isso:

Cuidados com a pele no verão

No verão é normal haver um aumento das atividades realizadas ao ar livre. Nessa época também, a radiação solar incide de forma mais intensidade sobre a Terra, com isso aumenta o risco de queimaduras, câncer da pele e outros alterações. Sendo assim, não podemos deixar a fotoproteção em segundo plano. A seguir vou dar algumas dicas para aproveitar a estação mais quente (e animada) do ano sem colocar a saúde em risco.

Roupas e acessórios

Além do filtro solar (muito importante para o nosso dia a dia), durante o verão é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois retêm cerca de 90% das radiação UV. Tecidos como o nylon, protegem apenas 30%.  As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV. Outro objeto que tem extrema importância são os óculos de sol, que previnem cataratas e lesões á córnea.

Comportamento de proteção

A melhor forma de prevenir é ter um comportamento adequado. Diminua ao máximo a exposição desnecessária. Procure áreas de sombra, não fique se expondo para bronzear. E principalmente, evite a exposição solar entre 10h e 16h (horário de verão), pois nesse horário a incidência e a radiação estão mais fortes.

Filtro solar

Durante o verão devemos reforçar o uso de filtro solar, ele deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer. A recomendação é utilizar um produto com FPS 30 ou superior e um PPD acima de 10. Ideal para uma exposição mais prolongada ao sol (praia, piscina, pesca etc.). Para pessoas mais sensíveis, que possuam manchas e melasma ou que estejam em tratamento com ácidos ou laser, eu recomendo FPS 60 e PPD 20.

Os produtos devem ter proteção contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). O ideal é que se aplique o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva (se não for possível aplicar com essa antecedência, aplique mesmo que na hora de se expor). Reaplique o filtro a cada duas horas, mas fique atento, esse tempo acaba sendo menor se houver muita transpiração ou caso você entrar na água. Aplique o protetor uniformemente em todas as partes de corpo, isso inclui mãos, orelhas, nuca, pés. Cuidado com filtro solar em Spray, é muito comum a aplicação irregular desse protetor, que pode deixar algumas áreas de pele desprotegidas.

Outras dicas

Uma dica interessante é o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos. Dessa forma você impede que eles se danifiquem com o vento, calor ou maresia.

Cicatrizes e proteção solar: Quando novas, as cicatrizes podem ficar escuras se não forem protegidas. Pode ser colocado o filtro na própria cicatriz ou protegê-las com adesivos ou esparadrapos.

Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele sensível da criança, de preferência os filtros físicos. Você pode pedir orientação a um pediatra ou a um dermatologista sobre qual o melhor tipo para cada caso.

É muito importante para nós, pais,  transmitir para as crianças e jovens o hábito de usar o protetor solar diariamente. 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos.

Pele negra e proteção solar: As pessoas de pele negra têm uma proteção natural da pele, já que produzem uma quantidade muito maior de melanina, mas não podem esquecer da fotoproteção. Os negros também estão sujeitos a queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Dessa forma, precisam usar filtro solar, roupas e acessórios apropriados diariamente.

Hábitos Diários

As temperaturas mais quentes exigem maiores cuidados com a hidratação, tanto por dentro quanto por fora. Aumente a sua ingestão de líquidos no verão, consumindo bastante água, suco de frutas e da água de coco. Aplique diariamente um bom hidratante, isso ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% a 30%.

Alguns alimentos podem ajudar na prevenção dos danos que o sol causa à pele: cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, são alguns deles. Esses alimentos contêm carotenóide, ele se deposita na pele e auxilia pois retém as radiações ultravioletas. Esta substância é encontrada nas frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha.

Durante o banho, use sabonetes adequados ao seu tipo de pele. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


Compartilhe isso:

Saiba quantas horas precisa dormir de acordo com sua idade

De quantas horas de sono você realmente precisa? A National Sleep Foundation, dos Estados Unidos, acaba de apresentar um guia com a indicação para cada fase da vida. Constatou-se que os bebês de quatro meses até os adolescentes de 17 anos apresentam maiores variações de horas do que se pensava anteriormente. Os dados são do jornal Daily Mail.

Para chegar ao guia definitivo, uma equipe de 18 especialistas de sono, anatomia e fisiologia, bem como pediatria, neurologia, gerontologia e obstetrícia analisaram dados científicos por dois anos. “É importante ressaltar que o painel enfatizou que algumas pessoas podem dormir mais ou menos do que os tempos recomendados, sem efeitos adversos. No entanto, as pessoas com duração de sono muito fora da faixa normal podem estar envolvidas em restrição voluntária do sono ou ter graves problemas de saúde”, afirmou o relatório.

Vale lembrar que estudos anteriores ligaram a falta de sono com maior risco de obesidade, doenças cardíacas e diabetes, diminuindo a expectativa de vida. “Esta é a primeira vez que qualquer organização profissional desenvolveu lista de durações de sono recomendada específicas por idade com base em uma avaliação rigorosa e sistemática da literatura científica mundial relativa à duração do sono para saúde, desempenho e segurança”, comentou o presidente do conselho de administração da instituição, Charles Czeisler.

Confira os dados:

- Recém-nascido (0 a 3 meses): faixa de sono diminuiu para 14 a 17 horas por dia, antes era de 12 a 18 horas; 
- Bebê (4 a 11 meses): faixa do sono ampliou para 12 a 15 horas, antes era de 14 a 15 horas; 
- Criança (1 a 2 anos): faixa de sono ampliou para 11 a 14 horas, antes era de 12 a 14 horas; 
- Pré-escolar (3 a 5 anos): faixa de sono ampliou para 10 a 13 horas, antes era de 11 a 13 horas; 
- Criança em idade escolar (6 a 13 anos): faixa de sono ampliou para 9 a 11 horas, antes era de 10 a 11 horas; 
- Adolescente (14 a 17 anos): faixa de sono ampliou para 8 a 10 horas, antes era 8,5 a 9,5; 
- Adulto jovem (18 a 25 anos): faixa de sono é de 7 a 9 horas - categoria nova; 
- Adulto (26 a 64 anos): faixa de sono não mudou e continua a ser de 7 a 9 horas; 
- Adulto mais velho (65 anos ou mais): faixa de sono é de 7 a 8 horas – categoria nova

Dicas 
Os especialistas afirmam que alguns conselhos simples, mas eficazes, podem ajudar a dormir melhor. Entre eles estão aderir a um horário de sono regular (mesmo no fim de semana), praticar um ritual de dormir relaxante, exercitar-se diariamente e desligar toda a tecnologia algum tempo antes de ir para a cama.

Fonte: http://goo.gl/vf97OS


Compartilhe isso:

Meditar no trabalho reduz o estresse e aumenta a atenção

Pausas diárias durante o expediente, de três a cinco minutos, podem ajudar a aliviar o cansaço mental

Alguns estudos sobre meditação no ambiente de trabalho indicam redução de sintomas de estresse e aumento da atenção, pois o trabalhador aprende a fazer pequenas pausas durante o dia, sair do modo de fazer as coisas no piloto automático e relaxar.

“Apesar do benefício das pausas durante o expediente, muitas empresas não permitem pausas longas. Dessa maneira, a prática para reduzir o estresse não precisa, necessariamente, ser feita trabalho. O ideal seria a pessoa estabelecer uma rotina em sua casa e aprender a fazer pausas curtas de três a cinco minutos no trabalho, para depois retomar suas atividades. Durante a interrupção, a pessoa não precisa sentar no chão, basta estar confortável e com a coluna ereta e então começar a meditar”, explica a neurocientista do Instituto do Cérebro do Einstein, Elisa Kozasa.

Meditar é um processo de autoconhecimento e auto-aprimoramento originado de diferentes tradições, em especial do oriente, não tendo, portanto, uma função específica neste contexto tradicional. No ocidente, tais práticas foram adaptadas, em especial na área de saúde, para redução de estresse, ansiedade e sintomas de depressão, ou até mesmo melhorar o estado de saúde como reduzir risco cardiovascular e dores crônicas.

“A maior parte dos estudos sobre meditação recomenda práticas de 30 a 45 minutos diários, de modo que as pessoas deveriam realizar a prática em casa e dedicar momentos curtos no trabalho, a não ser que sua empresa tenha um programa de meditação em andamento e um espaço dedicado para isto.O mais importante são os ganhos indiretos com a prática frequente: a habilidade de atentar para os eventos do dia de forma mais consciente e leve, sem se deixar arrastar pelo turbilhão de preocupações e emoções”, conta Elisa.

Os iniciantes da prática podem encontrar dificuldades para não desviar a atenção durante a meditação. Nesse caso, a neurocientista recomenda a meditação guiada, porém ela reforça que meditar é um processo pessoal, em que não dependemos de estímulos externos. Ou seja, com o tempo, é importante desenvolver a habilidade de conseguir praticar por si só. ​

Fonte: http://goo.gl/vNrXK9

 


Compartilhe isso: