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Cultura Fitness

A cultura fitness chegou para ficar, atualmente mais de 8 milhões de pessoas recorrem às academias para deixar de lado a vida sedentária e praticar as mais diversas modalidades, como crossfit, spinning e zumba. Essa mudança de comportamento está associada a busca por uma qualidade de vida melhor, mas isso nem sempre foi assim.

As academias se estabeleceram no Brasil no começo dos anos 80 e eram dominadas, quase que exclusivamente, pelo público masculino, especialmente com o sucesso de grandes filmes estrelados pelo fisioculturista Arnold Schwarzenegger. Apenas nos anos 90, com influência da atriz Jane Fonda e da cantora pop Madonna que as mulheres começaram a se interessar também.

O mercado brasileiro de academias é o segundo maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Segundo a Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil) o país movimenta mais de US$2,5 bilhões nesse setor, provando que o mundo fitness não é mais exclusividade de quem quer manter a boa forma, mas um reflexo da mudança de pensamento do brasileiro com relação a sua saúde.

Por ser um dos segmentos que mais cresce por aqui, a cultura fitness se ramifica em outros setores, abrindo o mercado para os produtos alimentares como os suplementos (Whey, termogênicos e barras de proteína), acessórios (relógios com frequencímetro, GPS, à prova d’água) e claro, a moda fitness, que está tão versátil que já saiu das academias e ganhou as ruas, dominando em 90% o setor de vendas do mercado atualmente.

Segundo a Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil) o país movimenta mais de R$6.5 bilhões no setor fitness e esse número cresce a cada ano, ou seja, esse é o um bom momento para começar a empreender.

O interesse gerado pelo segmento da beleza no público brasileiro transpõe a academia e ganha espaço em seu dia a dia, associando produtos como suplementos, acessórios, tecnologias e a moda a uma filosofia de vida. Para quem busca uma nova forma de empreender e ter o seu próprio negócio, apostar no mundo fitness pode ser uma ótima escolha.

Você já pensou em viver da moda? Se a sua resposta for sim, um bom setor para explorar na atualidade é o fitness, que além de ser uma forma de começar o seu próprio negócio também trará muitas vantagens, como a possibilidade de ser independente financeiramente ou ter uma renda extra.


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Sedentarismo

O sedentarismo custa à economia global US$ 67,5 bilhões (R$ 220 bilhões) todo os anos, mais do que o PIB do Paraguai. Desse total, US$ 58,8 bi são gastos anualmente em cuidados médicos decorrentes da inatividade prolongada, além de US$ 13,7 bi que são perdidos todos os anos em produtividade.
 

As estimativas são parte de uma série de estudos publicada na revista científica Lancet , que revela ainda que o sedentarismo mata todos os anos cerca de 5 milhões de pessoas ─ um número de mortes equivalente ao do tabagismo e maior do que o da obesidade.

A pesquisa chama atenção para os malefícios do sedentarismo e o perigo de morte que ele representa. Os cientistas ressaltam que passar mais de oito horas por dia sentado aumenta as chances de morte prematura em 60%.

Mas o artigo da Lancet revela ainda que exercitar-se durante uma hora por dia pode contrabalançar os efeitos nocivos de trabalhar sentado por longos períodos.

Uma equipe formada por cientistas de diferentes países descobriu que o risco de morte era de 9,9% para quem permanecia sentado por 8 horas por dia e mantinha um estilo de vida sedentário.

Já quem permanecia sentado pela metade do tempo (4h) e se mantiva ativo por 1 hora por dia, tinha o risco de morte reduzido para 6,8%.

Os pesquisadores também descobriram que o aumento do risco de morte associado a ficar oito horas sentado por dia foi completamente eliminado nas pessoas que fizeram pelo menos uma hora de exercício físico diariamente.

Eles acrescentam que, atualmente, o sedentarismo constitui uma ameaça tão grave à saúde pública quanto o tabagismo e já mata mais do que a obesidade.

Intervalo

Os cientistas recomendaram a quem passa muitas horas trabalhando sentado fazer um intervalo de cinco minutos a cada hora, além de se exercitar durante o almoço e à noite.

Responsável pela pesquisa, o professor Ulf Ekelund, da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, disse que não é necessário "ir à academia" para compensar o prejuízo de trabalhar longas horas sentado.

"Você não precisa fazer um esporte. Você não precisa ir à academia. Você pode fazer uma simples caminhada, talvez durante a manhã, durante o horário do almoço, ou depois do jantar à noite. Você pode dividir isso durante o dia, mas precisa fazer pelo menos 1 hora de atividade física para obter os efeitos positivos".

O estudo analisou dados de 15 pesquisas anteriores, muitas das quais envolvendo pessoas cima de 45 anos dos Estados Unidos, da Europa Ocidental e da Austrália.

Os autores descobriram que uma hora de exercício de "intensidade moderada", como caminhar a 5,6 km/h ou andar de bicicleta por prazer a 16 km/h, foi suficiente para contrabalançar os efeitos nocivos de permanecer sentado por longos períodos.

Ekelund disse ainda que um intervalo de cinco minutos a cada hora fechada, mesmo que seja ir buscar documento na impressora, poderia trazer benefícios à saúde do funcionário.

Mudanças

Os cientistas afirmaram que a combinação de passar muitas horas trabalhando sentado e ainda assistir à TV à noite sentado no sofá de casa vem se provando letal.

Eles cobraram maiores mudanças nas políticas do governo, de modo a estimular hábitos saudáveis, como aumentar a distância entre os pontos de ônibus para forçar as pessoas a andar mais, fechar o acesso de ruas a veículos durante o fim de semana e abrir academias de ginástica gratuitas nos parques.

Segundo os pesquisadores, os empregadores também devem encorajar os funcionários a realizar atividades físicas, ao fornecer chuveiros e academias, além de estimular intervalos mais longos.
 

Fonte: http://goo.gl/L13ntM


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