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Meditar no trabalho reduz o estresse e aumenta a atenção

Pausas diárias durante o expediente, de três a cinco minutos, podem ajudar a aliviar o cansaço mental

Alguns estudos sobre meditação no ambiente de trabalho indicam redução de sintomas de estresse e aumento da atenção, pois o trabalhador aprende a fazer pequenas pausas durante o dia, sair do modo de fazer as coisas no piloto automático e relaxar.

“Apesar do benefício das pausas durante o expediente, muitas empresas não permitem pausas longas. Dessa maneira, a prática para reduzir o estresse não precisa, necessariamente, ser feita trabalho. O ideal seria a pessoa estabelecer uma rotina em sua casa e aprender a fazer pausas curtas de três a cinco minutos no trabalho, para depois retomar suas atividades. Durante a interrupção, a pessoa não precisa sentar no chão, basta estar confortável e com a coluna ereta e então começar a meditar”, explica a neurocientista do Instituto do Cérebro do Einstein, Elisa Kozasa.

Meditar é um processo de autoconhecimento e auto-aprimoramento originado de diferentes tradições, em especial do oriente, não tendo, portanto, uma função específica neste contexto tradicional. No ocidente, tais práticas foram adaptadas, em especial na área de saúde, para redução de estresse, ansiedade e sintomas de depressão, ou até mesmo melhorar o estado de saúde como reduzir risco cardiovascular e dores crônicas.

“A maior parte dos estudos sobre meditação recomenda práticas de 30 a 45 minutos diários, de modo que as pessoas deveriam realizar a prática em casa e dedicar momentos curtos no trabalho, a não ser que sua empresa tenha um programa de meditação em andamento e um espaço dedicado para isto.O mais importante são os ganhos indiretos com a prática frequente: a habilidade de atentar para os eventos do dia de forma mais consciente e leve, sem se deixar arrastar pelo turbilhão de preocupações e emoções”, conta Elisa.

Os iniciantes da prática podem encontrar dificuldades para não desviar a atenção durante a meditação. Nesse caso, a neurocientista recomenda a meditação guiada, porém ela reforça que meditar é um processo pessoal, em que não dependemos de estímulos externos. Ou seja, com o tempo, é importante desenvolver a habilidade de conseguir praticar por si só. ​

Fonte: http://goo.gl/vNrXK9

 


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